quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Brasil é o país que mais avança, apesar da variável 'educação' puxar IDH para baixo

O Brasil subiu quatro posições entre 2009 e 2010 e foi o país que mais avançou no ranking do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) divulgado nesta quinta-feira (4) pelo Programa das Nações Unidas para Desenvolvimento (Pnud). Nenhum outro país registrou uma variação tão grande, sendo que a maioria das nações permaneceu estagnada.

"Os números do Brasil em relação a expectativa de vida, por exemplo, mostram que o país teve uma evolução muito rápida. Isso é importante. Quando a gente olha para a renda, houve uma estabilidade durante os anos de crise (2008 e 2009) e agora a renda per capita já subiu mais de US$ 600. Os dados da educação também mostram um grande avanço. A perspectiva era de 7,2 anos de estudo para brasileiros acima de 25 anos. Hoje é de 13,8 para quem está entrando agora na escola. O sistema educacional está sendo transformado, embora ainda falte bastante para o país entrar no grupo do IDH muito alto", analisou o economista do Pnud, Flávio Comim.
Segundo ele, não existe uma causa específica para o avanço do Brasil. O bom desempenho é um reflexo do crescimento equilibrado e constante registrado nos últimos anos. "É importante olhar para esse modelo do Brasil, onde não se cresce muito em uma área, mas se cresce de forma geral e consistente", disse o economista.
O Relatório de Desenvolvimento Humano aponta, no entanto, que os resultados referentes à área da educação puxaram para baixo o índice brasileiro, que ficou abaixo da média latino-americana, de acordo com a nova metodologia aplicada.

A população brasileira registra 7,2 “anos médios de escolaridade” entre os adultos, e 13,8 “anos esperados de escolaridade” para as crianças. Os dois valores entram no cálculo do IDH – e nos dois o Brasil vai pior do que os vizinhos Chile (9,7 e 14,5), Argentina (9,3 e 15,5), Uruguai (8,4 e 15,7) e Peru (9,6 e 13,8).
Na comparação exclusiva com Peru, estes resultados foram o elemento decisivo para que o Brasil tivesse um IDH mais baixo que o país andino, já que a expectativa de vida é semelhante, e a Renda Nacional Bruta per capita peruana é mais baixa do que a brasileira. Esses dois dados entram junto com as variáveis da educação no cálculo do índice.
Uma simulação feita a partir do banco de dados do Pnud (http://hdr.undp.org/en/data/build/) confirma que entre os fatores renda, saúde e educação, é no último que os brasileiros têm desempenho mais fraco. Se o IDH levasse em conta apenas a questão da escolaridade, a posição do Brasil no ranking mundial passaria de 73 para 93.

Ranking do IDH 2010

1 Noruega 0,938
2 Austrália 0,937
3 Nova Zelândia 0,907
4 Estados Unidos 0,902
5 Irlanda 0,895
6 Liechtenstein 0,891
7 Holanda 0,890
8 Canadá 0,888
9 Suécia 0,885
10 Alemanha 0,885
... ... ...

73 Brasil 0,699

"A situação dos outros países não mudou desde que o primeiro IDH. O que mudou foi a distância do Brasil para os outros países. A Argentina registrou um IDH alto 20 anos antes do Brasil e hoje o Brasil está na mesma categoria. Existe um atraso histórico do Brasil que vem mudando nos últimos anos, especialmente porque a pobreza diminuiu", explicou Comim.
Segundo ele, países como o Peru e a Guatemala podem ser mais pobres em termos de renda, mas são mais avançados no sistema educacional, por exemplo. "No Brasil, existe um nível superior de excelência, mas o resto da educação é ruim. Há muita desigualdade", disse.


Cálculo do IDH

Desde sua formulação original, o IDH é calculado a partir de três pilares: educação, saúde e renda. No entanto, a partir de 2010 o Pnud atualizou a metodologia de cálculo com o objetivo de conseguir resultados mais precisos.
A medição da saúde não sofreu alterações, e ainda é avaliada a partir do indicador “expectativa de vida”. No caso da educação, a antiga variável “alfabetização” foi trocada por “anos médios de estudo”, e o dado “matrícula” foi substituído por “anos esperados de escolaridade”.
A medição do padrão de vida também sofreu alteração: o antigo Produto Interno Bruto per capita foi trocado pela Renda Nacional Bruta per capita, que leva em conta renda enviada e recebida do exterior.
Outra novidade é que as três notas normatizadas não são mais agregadas com média aritmética simples, ou seja, somando-se todas e dividindo o resultado por três. Agora, os índices parciais são multiplicados e o resultado é submetido a radiciação cúbica, na chamada média geométrica.
A vantagem matemática é que países com resultado moderado nos três índices obtém nota final maior do que países com resultados parciais muito desiguais.

Nota do MEC

Em nota, o Ministério da Educação (MEC) considerou que os novos indicadores educacionais propostos para o IDH precisam ser mais bem esclarecidos e que a data e a fonte oficial dos dados que constam do relatório devem ser definidas com mais clareza.
O Ministério defendeu ainda que o indicador de desigualdade dialogue com a série histórica, porque “a velocidade de redução das desigualdades é um traço marcante das políticas recentes do Brasil”. “Essa contagem pune, em termos de índice, os países que construíram políticas sociais e educacionais nos últimos dez anos”, disse.
Em oito anos, a taxa nacional da escolaridade média de pessoas acima de 25 anos de idade cresceu 21,1%”, assinalou a nota. O MEC ressaltou ainda que, por conta de mudanças na metodologia, o novo IDH não é comparável com o dos relatórios anteriores

http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2010/11/04/brasil-e-o-pais-que-mais-avanca-apesar-da-variavel-educacao-puxar-idh-para-baixo.jhtm

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Portaria DRHU - 56 de 28-09-2010. Dispõ sobre a inscrição para a Prova de Avaliação e para o Processo de atribuição de classes e aulas no ano letivo.

Portaria DRHU – 56, de 28-9-2010 - Dispõe sobre inscrições para a Prova de Avaliação e para o Processo de atribuição de classes e aulas do ano letivo de 2011

O Diretor do Departamento de Recursos Humanos, considerando a necessidade de estabelecer datas, prazos e diretrizes para o processo de atribuição de classes e aulas para o ano letivo de 2011, expede a presente Portaria.
Artigo 1º - As classes e as aulas da rede estadual de ensino, obedecida a legislação pertinente, serão atribuídas em 2011:

I – a docentes efetivos
II – aos docentes Celetistas e aos docentes declarados estáveis pela Constituição Federal de 1988;
III – aos docentes a que se referem os §§ 2º e 3º do artigo 1º da Lei Complementar Lei Complementar nº 1.010, de 1º de junho de 2007;
IV – aos docentes admitidos pela Lei 500/74 e abrigados pelo disposto no parágrafo único do artigo 25 da Lei Complementar nº 1.093, de 16 de julho de 2009, e
V – aos candidatos à contratação.
Artigo 2º - Os professores e os candidatos à docência, exceto os efetivos, somente serão classificados e poderão concorrer no processo de atribuição de classes e aulas se aprovados na Prova de Avaliação 2010 a ser realizada pela Secretaria da Educação e cuja pontuação será somada aos demais componentes para a classificação no processo.
§ 1º - Os candidatos a que se referem os incisos II e III do artigo anterior, se aprovados na Prova de 2009, estão desobrigados de participar de nova Prova e a nota obtida em 2009 será utilizada na classificação.
§ 2º- Para os candidatos a que se refere o parágrafo anterior, a média igual ou superior a 50%, obtida na Prova de Promoção de que trata a Lei Complementar nº 1.097, de 27 de outubro de 2009, pode ser considerada como nota da Prova a que se refere o “caput” deste artigo, efetuando-se a devida correspondência da pontuação obtida.
§ 3º - Os candidatos a que se referem os §§ 1º e 2º deste artigo poderão optar, no momento da inscrição, por participar da Prova de Avaliação – 2010 e, se for o caso, a maior nota será considerada na classificação do processo de atribuição de classes e aulas.
§ 4º - A nota da Prova será única por área e o candidato deverá optar no momento da inscrição:
I – pela “Prova área Classe”, para fins de classificação no campo de atuação de classes (PEB – I), e/ou
II – pela “Prova área Aulas” para fins de classificação no campo de atuação de aulas e/ou no campo de atuação de Educação Especial (PEB – II), podendo, neste caso, optar por fazer prova em uma das disciplinas de sua habilitação/qualificação ou a de Educação Especial.
§ 5º- O interessado que pretender classificação na área de Professor Educação Básica II fará uma única Prova e sua nota servirá para a classificação única no campo de atuação de aulas e, se for o caso, também para a classificação no campo de atuação de Educação Especial.
§ 6º - O candidato de que trata o parágrafo anterior, que também pretenda concorrer no campo de atuação de classes (PEB I), deverá prestar as 2 (duas) Provas que serão oferecidas pela Secretaria da Educação.
Artigo 3º - Os professores da rede estadual de ensino e os demais interessados em participar do processo seletivo (Prova de Avaliação 2010) e do processo de atribuição de classes e aulas de 2.011 da Secretaria da Educação deverão observar o seguinte cronograma de inscrição:

I – Docentes não efetivos e candidatos à contratação, de 04/10 a 20-10-2010:
a) Na Unidade Escolar Sede de Controle de Frequência:
1. Docentes estáveis – Categoria F, N ou P
2. Professores admitidos pela Lei 500/74 (Categoria L), com ou sem aulas atribuídas.
b) Em Diretoria de Ensino de sua opção:
1. Os candidatos à contratação (Categoria O)
c) O comprovante de inscrição só será obtido pelo docente não efetivo ou pelo candidato à contratação no período de 13 a 28-10-2010, através de acesso ao site www.educacao.sp.gov.br.
d) No período de 13 a 29-10-2010, o candidato à contratação poderá requerer no mesmo local onde efetuou a inscrição, eventuais acertos na sua ficha de inscrição.
e) No período de 10 a 21-01-2011, os docentes não efetivos e candidatos à contratação inscritos, que se encontrem na condição de concluintes ou de alunos de cursos de licenciatura plena ou de bacharelado/tecnologia de nível superior deverão retornar ao local onde efetuaram as inscrições para entrega de documentos comprobatórios de habilitações/qualificações.
f) Os alunos do último ano dos cursos de Licenciatura Plena de Pedagogia e Educação Física, poderão se inscrever em conformidade ao disposto no inciso I deste artigo, observada a condição de concluinte de curso, devendo no período de 10 a 21-01-2011, retornar ao local onde efetuaram as inscrições para entrega de documentos comprobatórios da conclusão do curso de Pedagogia e Diploma para os concluintes do curso de Educação Física a fim de confirmar a regularidade da classificação ou a exclusão do processo de atribuição de classes e aulas.
II – Professores efetivos, na Unidade Escolar de classificação do cargo:
a) de 03/11 a 12-11-2010 – para inscrição regular
b) de 16/11 a 23-11-2010 – para atribuição de classes e aulas nos termos do artigo 22 da Lei Complementar nº 444/85; que será efetuada pelo próprio docente no site: www.educacao.sp.gov.br .
c) No período de 10/01 a 21-01-2011, cumprirá à Comissão de Atribuição de classes e aulas verificar cada uma das inscrições de titulares de cargo que tenham optado por participar da atribuição de vagas, nos termos do artigo 22 da L.C. nº 444/85, para fins de confirmação ou de indeferimento da indicação, à vista das restrições previstas nos artigos 7º e 18 do Decreto nº 53.037, de 28/5/2008, com redação alterada pelo Decreto nº 53.161, de 24/6/2008.
Parágrafo único - Para atuação em classes, turmas ou aulas de Projetos da Pasta o docente ou o candidato deverá efetuar sua inscrição de acordo com o período divulgado por cada Diretoria de Ensino.
Artigo 4º - Os titulares de cargo que, após o encerramento do período de inscrições, venham a ser removidos, terão suas inscrições imediatamente transferidas para a unidade de destino.

Parágrafo único – As opções efetuadas nas inscrições para o processo de atribuição de classes e aulas, referidas no “caput” deste artigo, deverão considerar os resultados da remoção já divulgados.
Artigo 5º - Não haverá novo período para inscrição para a Prova de Avaliação de 2010 e os docentes não efetivos e os candidatos à contratação, que se inscreverem no período de 4 a 20-10-2010, nos termos do inciso I do artigo 3º desta portaria, para o processo de atribuição de classes e aulas de 2011 e que tenham obrigatoriedade de realizá-la ou, no caso de docentes estáveis (Categoria F, N ou P), optado por fazê-la mesmo já aprovado em 2009, estarão automaticamente inscritos para a Prova de Avaliação.

Parágrafo Único – A(s) data(s) e horários de realização das provas serão divulgados oportunamente, mediante Edital a ser publicado no Diário Oficial do Estado.
Artigo 6º - Os candidatos à contratação, que se declararem na condição de portadores de deficiência, terão esta condição incluída na respectiva inscrição (JATI), devendo posteriormente, até a data de 21-01-2011, apresentar o laudo que comprove a deficiência, expedido pela autoridade médica de competência.
§ 1º - para a confirmação de que trata este artigo, o candidato à contratação deverá apresentar atestado expedido por órgãos ou entidades integrantes do Sistema Único de Saúde no Estado de São Paulo, conforme estabelece a LC nº 1093/2009.
§ 2º - A confirmação da condição de portador de deficiência será efetuada pela Diretoria de Ensino, no sistema JATI, à vista do laudo apresentado pelo candidato à contratação.
§ 3º - Não havendo confirmação da deficiência informada, o candidato à contratação terá sua inscrição e classificação efetuada em situação regular.
§ 4º - Os docentes estáveis (categorias “P”, “N”, “F”) e os admitidos nos termos da Lei 500/74 (categoria “L”), por já apresentarem vínculo com esta Pasta não necessitam apresentar comprovação de deficiência.
Artigo 7º - Os cronogramas das fases de classificação e de atribuição de classes e aulas para o ano letivo de 2011, serão estabelecidos em portaria a ser publicada oportunamente.
Artigo 8º - Esta Portaria entra em vigor na data de sua publicação, ficando revogadas as disposições em contrário.
http://www.imesp.com.br/

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Depoimentos Feira Científico-Cultural

Com a 4ª Feira Científico-Cultural da EE “Ademar Vieira Pisco”, alunos, pais, professores e a comunidade em geral puderam apreciar o que desenvolvemos em sala de aula.

No entanto, todos os trabalhos foram relacionados com a proposta curricular em cada disciplina. Com o auxilio dos professores, os alunos puderam expor desde um simples cartaz até um experimento de química.
A exposição foi dividida em salas, nelas participando professores e alunos auxiliando os que apreciavam. Na compreensão das oficinas, que os alunos tiveram grande interesse, interagindo durante as aulas, com intuito de um bom resultado para a exposição.
Portanto, em nosso ponto de vista a exposição foi um sucesso, já que todos puderam adquirir mais conhecimento e experiência sobre diversos assuntos.

Letícia Souza e Carla Regina Nogueira, 1ª série A do Ensino Médio



terça-feira, 21 de setembro de 2010

MINUTO FESTIVAL

Estão abertas as inscrições até o dia 30 de outubro de 2010. Os melhores vídeos ganharão Laptops, maiores informações no site http://www.minutefestival.com/festivaldominuto/

Depoimento Feira Científico-Cultural

Na Feria Científico-Cultural nós da 6ª série colaboramos fazendo experiências com fungos, outras séries também colaboraram com essa exposição. Os trabalhos estavam muito caprichados e bonitos.

Na exposição de Geografia e História, algumas pessoas colaboraram com figuras ilustradas, pesquisas e entrevistas com trabalhadores sobre a cana-de-açúcar. Na exposição de história os professores expuseram fotos antigas da nossa escola.
Entramos na sala de Língua Portuguesa e Leitura para ver as maquetes e trabalhos feitos pelos alunos da 1ª série do Ensino Médio e outras séries, estavam lindos, adoramos esses trabalhos, ficaram muito caprichados.
Parabéns pelos trabalhos!!


Laura Daroz e Wine dos Santos, 6ª série B do Ensino Fundamental

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Inscrições para fiscais do SARESP 2010

Estão abertas de 13 a 20/09/10 no site: www.vunesp.com.br as inscrições para interessados em trabalhar como fiscais do SARESP (cujas avaliações ocorrerão em 17 e 18 de novembro). Requisitos: - curso superior completo ou em andamento; - não possuir vínculo de trabalho junto às redes de ensino do Estado; - dispor de endereço eletrônico; - possuir telefone celular para contato com a coordenação; - ter conta-corrente bancária em seu nome, PIS e CPF. Maiores informações: Disque Vunesp – (11) 3874-6300 (dias úteis, das 8 às 20 horas)

Processo Seletivo para Agente de Organização Escolar, contrato temporário de 12 meses

A Diretoria de Ensino de Piracicaba estará realizando Processo Seletivo Simplificado para Agente de Organização Escolar, contrato temporário (12 meses).
Inscrição das 09 horas de 04/10/2010 até as 17h de 08/10/2010, estando o candidato isento do pagamento de qualquer taxa:
Locais de inscrição:


EM PIRACICABA:

EE. Antonio de Mello Cotrim - Pauliceia
EE. Carolina Mendes Thame – Jardim São Francisco
EE. Hélio Nehring – São Jorge
EE. João Guidotti – Morumbi
EE. Maria de Lourdes – Vila Sonia
Diretoria de Ensino - Centro

EM CHARQUEADA:
EE. Benedito Dutra Teixeira

EM SALTINHO:
EE. Manoel Dias de Almeida

EM SANTA MARIA DA SERRA:
EE. Ademar Vieira Pisco.

EM SÃO PEDRO:
EE. José Abílio de Paula.

Documentos necessários (original e cópia)
CIC, RG,
Comprovante de ter votado na última eleição,
Certificado e/ou Histórico Escolar do Ensino Médio,
Tempo de serviço exercido na função de Agente de Organização Escolar, mesmo aquele em escola particular ou prefeitura,
Encargos de família (imposto de renda) para fins de desempate.
Documentação que comprove estar em dia com as obrigações do serviço militar, no caso de candidato do sexo masculino.

Observação: alguns dos documentos acima entrarão como títulos e, portanto, valem ponto para uma futura classificação.
Os vencimentos da classe de Agente de Organização Escolar correspondem ao valor de R$ 654,86 (seiscentos e cinquenta e quatro reais e oitenta e seis centavos)

A prova está marcada para o dia 07 de novembro de 2010, às 9h, na EE. José de Mello Moraes.

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

IV Prêmio Econoteen de Ensaios

Estão abertas as inscrições para a 4ª edição do Prêmio Econoteen de Ensaios, uma iniciativa do Departamento de Economia da Universidade de São Paulo.

O Concurso destina-se aos alunos das 2ª e 3ª séries do Ensino Médio das escolas públicas do Estado de São Paulo.
Os autores dos melhores trabalhos serão premiados:

R$1.500,00 (1º colocado)
R$1.000,00 (2º colocado)
R$ 500,00 (3º colocado)
R$ 500,00 (4º colocado)
R$ 500,00 (5º colocado)
O 6º e o 7º colocados receberão menção honrosa.

As inscrições vão até 30/09 e os trabalhos devem ser entregues até 30/11.
Maiores informações no site:  http://www.usp.br/feaecon/econoteen/

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Inscrições ENCCEJA- Ensino Fundamental 2010.

Estarão abertas, no período de 13 a 26 de setembro de 2010, as inscrições para o Encceja 2010, para conclusão do Ensino Fundamental.

As inscrições deverão ser realizadas do dia 13 até as 23 horas e 59 minutos do dia 26 de setembro de 2010, exclusivamente via Internet, no endereço eletrônico www.encceja.inep.gov.br ou pelo site http://inscricao.encceja.inep.gov.br/.
Os participantes que se inscreveram no Encceja 2009 e que tenham interesse em realizar as provas, devem confirmar sua participação na aplicação de 2010, do dia 13 até o dia 26 de setembro de 2010, no endereço eletrônico www.encceja.inep.gov.br ou no site http://inscricao.encceja.inep.gov.br/. Se não confirmarem, sua inscrição será automaticamente cancelada.
Para inscrição no Encceja 2010 o candidato deverá, na data da realização da prova, ter no mínimo 15(quinze) completos e não ter concluído o Ensino Fundamental.

O candidato deverá tomar ciência do Edital nº 2, de 10 de setembro de 2010, publicado no Diário Oficial da União de 13 de setembro de 2010, Seção 3, disponível no endereço eletrônico
http://www.encceja.inep.gov.br/
As provas do Encceja 2010 serão realizadas no dia 12 de dezembro de 2010 nos horários estabelecidos no Edital.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

IV Feira Científico-Cultural da EE "Ademar Vieira Pisco"

Como produto final de um projeto interdisciplinar desenvolvido por esta U.E, houve uma apresentação das produções dos alunos em um grande evento aberto à toda comunidade de Santa Maria da Serra. Onde além dos trabalhos em exposição, o visitante pode participar das atividades desenvolvidas, assistir apresentações e questionar diversos assuntos.
Proporcionado uma maior aproximação entre pais, professores e alunos. Visando sempre a aprendizagem e valorização cultural.





Instalação Poética

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Feira Científico-Cultural

A EE "Ademar Vieira Pisco" tem a satisfação de convidar toda comunidade a comparecer à Feira Científico-Cultural para apreciar os trabalhos, projetos, pesquisas e produções desenvolvidos pelos alunos desta Unidade Escolar.
Data: 11 de setembro de 2010.
Início: 09 horas.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Rede pública está 3 anos atrás da particular.

ANTÔNIO GOIS

DO RIO

ANGELA PINHO
DE BRASÍLIA

Apesar de a distância que separa a rede pública e a particular ter caído de 2005 a 2009, um aluno que completa o ensino fundamental em colégio privado sabe, em média, mais que um formado no ensino médio público, com três anos a mais de estudo.

Essas são constatações que podem ser feitas a partir dos resultados do Ideb, principal indicador do MEC de avaliação da qualidade da educação brasileira.

O ministério divulga hoje dados por Estados, municípios e redes. O Ideb agrega num único índice, numa escala que vai de zero a dez, taxas de aprovação de alunos e médias em testes de português e de matemática.
De 2005 a 2009, a diferença entre a rede pública e a particular caiu em todos os níveis pesquisados.

A desigualdade entre as duas redes, no entanto, é gritante ao comparar o quanto um aluno de escola pública aprendeu ao final do ensino médio (antigo 2º grau), em comparação com um da rede privada que finalizou o fundamental (antigo 1º grau).
Como as provas do Saeb (Sistema de Avaliação da Educação Básica, um dos componentes do Ideb) têm a mesma escala e grau de dificuldade para todas as séries, é possível comparar alunos de diferentes anos.
Em matemática, por exemplo, a média dos estudantes ao final do ensino fundamental na rede privada foi de 294 pontos numa escala de zero a 500. Na pública ao fim do ensino médio, a média é de 266.
Em português, a média foi de 279 pontos em particulares no último ano do ensino fundamental e 262 em públicas ao fim do médio.

Sem surpresas

O sociólogo Simon Schwartzman, do Instituto de Estudos do Trabalho e Sociedade, diz não se surpreender com a distância.
"As escolas privadas têm uma série de vantagens. Podem escolher o aluno, tirar o indisciplinado, têm uma direção com mais autonomia. Nas escolas públicas, isso é mais rígido. Ou seja: se uma escola privada tiver interesse em melhores resultados, dá para trabalhar para isso. Em uma pública, é mais difícil."
Outro ponto a ser considerado é que o nível socioeconômico dos alunos é o fator que, comprovadamente, mais impacto tem nas suas notas. Como os alunos de escolas particulares vêm de famílias mais ricas e escolarizadas, esta diferença não pode ser atribuída apenas ao trabalho da escola.
O presidente da Undime (entidade que representa os secretários municipais de educação), Carlos Eduardo Sanches, diz que, considerando o quanto é gasto por aluno em cada rede, a distância deveria ser maior.

Ele diz que o Fundeb [fundo que distribui recursos públicos por estudante] dá hoje R$ 1.415 por ano por aluno, enquanto uma mensalidade em escola particular já fica, em média, em torno de R$ 800. "É claro que as públicas precisam melhorar, mas, com essa quantidade de recursos, o retrato do sistema privado é que é dramático."
Schwartzman concorda, lembrando que o ensino particular no Brasil, quando comparado com o de outros países no Pisa (exame internacional de avaliação do ensino), deixa a desejar.
"Mesmo as melhores particulares do Brasil são piores do que as dos outros países. São muito orientadas para vestibulares, têm muitas matérias e o mesmo problema com a má formação dos professores no setor público."

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/saber/761807-rede-publica-esta-3-anos-atras-da-particular.shtml

Desinteresse dos alunos do ensino médio é 2º principal motivo de faltas.

Luciana Alvarez e Mariana Mandelli


Clipping Educacional - O Estado de S.Paulo

Pesquisa mostra que 21,5% dos estudantes que faltaram alegam não querer assistir à aula; Ideb confirma estagnação dessa etapa escolar
O ensino médio, etapa com a maior taxa de evasão, sofre também com um tipo informal de abandono: o desinteresse. O aluno se matricula, cursa, mas não presta atenção nas aulas, não estuda, não faz lição. Essa pode ser uma das causas do crescimento de apenas 0,1 na nota de 3,6 dessa etapa escolar do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) de 2009, divulgado na quinta-feira pelo MEC.
Um levantamento que mapeou formas alternativas de não participação na vida escolar mostra que "não querer comparecer" às aulas foi o segundo principal motivo de ausências entre os estudantes do ensino médio.
Entre os alunos que disseram ter faltado algum dia nos últimos dois meses, 21,5% alegaram que simplesmente não quiseram ir à escola. O desinteresse perdeu apenas para problemas de saúde, apontados por 41% como a razão das ausências.
A pesquisa Mapeando as Formas Alternativas de Não Participação cruzou dados do Censo Escolar e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) que pudessem refletir o desinteresse, como as faltas e o fato de fazer ou não a lição de casa.
Os resultados, porém, apontam somente alguns indícios da falta de interesse. "Identificar todas as formas alternativas de não participação exige dados muito específicos. O ideal seria estudos em sala de aula, que são muito caros", afirma Elaine Toldo Pazello, pesquisadora do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) e umas das responsáveis pelo levantamento.
A pesquisa revelou ainda que menos da metade dos estudantes do ensino médio (41,5%) faz sempre a lição de casa. O número representa uma queda de 17% em relação aos alunos do fundamental. "Um fator surpreendente foi ver que o trabalho ou problemas de dinheiro e transporte não têm um impacto significativo, ao contrário do que se esperava", diz Elaine.
No 2.º ano do ensino médio na rede estadual de São Paulo, Luís Henrique Leal, de 18 anos, diz que atualmente se empenha nos estudos, apesar de trabalhar até tarde como barman. "Repeti duas vezes e parei um ano", conta. "Antes, eu ia para a escola, mas não queria estudar. Agora estou com a cabeça melhor, tento evitar bagunça."
Segundo Leal, há vários colegas que não se importam realmente com os estudos. "Tem muito aluno que só pega a lição dos outros, que falta demais, que só vai para fazer bagunça e sair com a meninas", afirma. Mas o estudante diz também que falta interesse por parte de muitos professores.
Descompasso. Segundo pesquisadores da área de educação, o que mais repele os alunos é o conteúdo oferecido no ensino médio, que, na visão dos jovens, não tem relação com as necessidades e interesses da faixa etária que vai, em média, dos 15 aos 17 anos. As disciplinas ensinadas são generalistas e, para os estudantes, parecem não ter impacto prático algum em suas vidas.
"Além disso, muitos chegam ao ensino médio sem saber o mínimo e não conseguem acompanhar. Ficam no meio do caminho e aprendem versões simplificadas dos conteúdos", afirma o especialista em educação e ex-presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Simon Schwartzman.
Para ele, a solução é "abrir o leque de opções" dos jovens, como a oferta de ensino técnico. "O aluno deveria escolher entre mais alternativas, de acordo com seu perfil. Se ele chegou aos 15 anos sem saber ler e somar direito, você vai continuar reprovando esse estudante?"
Para a especialista em ensino médio Wanda Engle, do Instituto Unibanco, um dos problemas do que chama de "crise de audiência" nessa etapa é a falta de sintonia entre o que é oferecido e as necessidades dos alunos. "Nas redes públicas, de cada dez alunos, cinco estudam à noite. Mas isso é desnecessário, porque de cada dez, só dois trabalham." Ela defende que o currículo seja flexibilizado e um vínculo mais forte entre educação e trabalho. "Cerca de 90% das nossas escolas têm como foco preparar para a universidade, mas apenas 13% dos jovens que terminam o ensino médio entram em uma faculdade."
Paradoxo. "É sabido que, quanto maior a escolaridade, maior a faixa salarial. Mas parece existir um paradoxo pela falta de percepção desses jovens, que não atentam para isso", diz o economista da educação Eduardo Andrade, do Insper, antigo Ibmec.
De acordo com ele, quando o mercado está aquecido, o interesse pela educação nessa etapas do ensino pode até cair. A oferta de alguma renda imediata desestimula o estudante a comparecer às aulas. "O aluno vai faltar para fazer um "bico" ou um trabalho temporário, por exemplo. A dedicação aos estudos fica comprometida quando se tem outras opções em vista."

fonte: http://www.estadao.com.br/

Melhoria de rendimento não anima especialistas.

Mariana Mandelli e Luciana Alvarez
Clipping Educacional - O Estado de S.Paulo


O crescimento do rendimento escolar (fluxo dos alunos de uma série para outra) na composição da nota do Ideb do ensino médio é positivo, mas ainda não pode ser encarado como uma melhora na qualidade da educação. É o que afirmam especialistas ouvidos pelo Estado.
A decomposição da nota do Ideb mostra o quanto os dois fatores que formam o índice - o desempenho dos alunos em uma prova nacional e o fluxo (taxas de aprovação e de matrícula) - influenciaram no crescimento total. No caso do ensino médio, foi observado um crescimento do fluxo em relação ao desempenho: de 29,9% em 2007 para 42,1% em 2009. Já o desempenho era responsável por 70,1% do índice em 2007 e, em 2009, passou a valer 57,9% dele.
Ou seja: para o crescimento de 0,1 do índice total do ensino médio, que foi notado de 2007 para 2009, o fluxo dos alunos ganhou importância em relação às notas na Prova Brasil.
No caso dos anos iniciais do ensino fundamental, o peso do fluxo caiu de 40,8% em 2007 para 28,9% do total do Ideb de 2009. Sua participação na formação do índice para 2009 também diminuiu nos anos finais, de 46,3% para 36%. Em outras palavras, esses valores demonstram que o desempenho dos alunos do ensino fundamental, de uma forma geral, foi mais importante do que o fluxo para compor o Ideb.
Para Ocimar Munhoz Avalarse, professor da Faculdade de Educação da Universidade de São Paulo (USP), a melhora no fluxo dos alunos deve-se à queda nos índices de evasão, que têm "despencado" em todas as etapas da educação - o que é positivo. Mas, segundo ele, no ensino médio, os dados do Ideb revelam mais um motivo de preocupação.
"Esse crescimento do índice ainda é pequeno, e melhorou em grande parte por causa do fluxo. Só que, sem melhora de aprendizagem, também não adianta melhorar o fluxo", afirma.
Segundo o especialista em educação e ex-presidente do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) Simon Schwartzman, a melhora do fluxo dos alunos do ensino médio deve ser vista de forma positiva.
"Quanto menos reprovação, melhor. Hoje todo mundo concorda que reprovar não é o melhor a se fazer. Essa é uma discussão ultrapassada. O jovem deve acompanhar o grupo de idade dele. Mas é claro que a melhora das notas ainda é não é suficiente."

fonte: http://www.estadao.com.br/

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Profissionais da Educação serão vacinados contra a nova gripe em SP

Clipping Educacionanl - Do G1 SP


Doses já estão disponíveis nos postos de saúde. Imunização será feita até 16 de julho.

Começa nesta quarta-feira (30) a vacinação contra a nova gripe para um novo grupo: professores e demais profissionais que atuam em escolas públicas e particulares de todo o estado de São Paulo. As doses já estão disponíveis nos postos de saúde do estado.
Terão acesso à vacina cerca de 500 mil profissionais a partir de 40 anos de idade que atuam em estabelecimentos dos ensinos fundamental e médio. Esta faixa etária não estava contemplada entre os grupos prioritários da campanha de vacinação.

Último dia
Nesta quarta-feira (30) termina a campanha de vacinação contra a nova gripe em todo o estado. Apenas crianças saudáveis de 6 meses a 4 anos e 11 meses e aquelas até 8 anos de idade com doenças crônicas, que aguardam para tomar a segunda dose da vacina, poderão ser vacinadas.
As crianças devem receber a segunda dose para ficarem imunes contra a nova gripe. A orientação da Secretaria de Saúde da cidade de São Paulo é para que as crianças tomem logo a segunda dose, pois o frio mais rigoroso deve começar em julho.

Números

Na capital, 5.902.701 pessoas receberam a vacina contra a gripe A (H1N1) até o dia 26 de junho. De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde, a cobertura vacinal na cidade superou a meta estipulada pelo Ministério da Saúde, que era vacinar 80% da população de cada grupo de risco. Foram contabilizados na capital 13 casos da nova gripe e nenhum óbito registrado até o dia 29 de junho.
Desde o dia 8 de março, quando a campanha foi iniciada, até o último dia 24 de junho, foram imunizados 20.008.481 paulistas, o que representa 47,5% de toda a população estimada para o estado segundo a Fundação Seade. A proporção de vacinados é maior do que a média nacional e também supera a de países como os Estados Unidos.

fonte: http://g1.globo.com