quarta-feira, 28 de abril de 2010

Governo de SP inscreve para estágio no Acessa Escola

Clipping Educacional - Do G1, em São Paulo


Vagas são para alunos do 1º ou 2º anos do ensino médio da rede estadual.

Programa oferece bolsa no valor de R$ 340 mensais e auxílio-transporte.

O Acessa Escola transforma as salas de informática de escolas estaduais em espécies de lan houses

(Foto: Divulgação)A Secretaria de Estado da Educação de São Paulo abriu inscrições para o Programa Acessa Escola, que dá oportunidade de os estudantes fazerem estágio em salas de informática. Podem se candidatar alunos do 1º ou 2º anos do ensino médio da rede estadual. O programa transforma as salas de informática de escolas estaduais em espécies de lan houses, abertas durante todo o período de aulas.
O Acessa Escola prevê um contrato de estágio de no mínimo seis e máximo 12 meses, que poderá ser prorrogado apenas uma vez pelo mesmo período. Todos os estagiários serão supervisionados por assistentes técnico-pedagógicos das Diretorias de Ensino.
Eles serão responsáveis pelo atendimento aos usuários (alunos, professores e funcionários) nas salas de informática do Acessa Escola, que permanecem abertas o dia todo.
A carga horária de trabalho é de quatro horas diárias, pela manhã (8h às 12h), tarde (12h às 16h) ou noite (16h às 20h). Além de capacitação na área de informática, o programa oferece aos monitores bolsa-auxílio no valor de R$ 340 mensais e auxílio-transporte.
As inscrições devem ser feitas até as 18h do dia 10 de maio no site www.fundap.sp.gov.br, no link “estágio”. A lista das escolas com vagas para o processo seletivo também está no site. A taxa de inscrição é de R$ 12 e só pode ser paga por meio de boleto bancário, disponível para impressão no site, junto ao protocolo de inscrição (que só será confirmada após o pagamento do boleto).
Para participar do processo, o candidato deve possuir cadastro de pessoa física (CPF) próprio e ter 16 anos completos no momento da assinatura do termo de compromisso.
O processo seletivo tem por objetivo suprir a demanda de estágio existente ou formar um banco de reserva nas escolas participantes do programa. Por isso, não há número definido de vagas.
Os candidatos farão uma prova, de caráter classificatório, que avaliará seus conhecimentos em língua portuguesa, matemática, informática e conhecimentos gerais, no dia 13 de junho, nos seguintes municípios: Arujá, Atibaia, Barueri, Bragança Paulista, Cabreúva, Caieiras, Campinas, Carapicuíba, Diadema, Guarulhos, Ibiúna, Itapecerica da Serra, Itaquaquecetuba, Itu, Jacareí, Jundiaí, Mauá, Mogi das Cruzes, Osasco, Salto, Santa Isabel, Santo André, São Bernardo do Campo, São Paulo, São Roque, Socorro, Sorocaba, Suzano, Taboão da Serra e Vargem Grande Paulista.

A lista definitiva, contendo o nome dos candidatos inscritos e informações sobre os respectivos locais de prova, será divulgada a partir do dia 5 de junho no site da Fundap.

fonte: http://g1.globo.com/

terça-feira, 20 de abril de 2010

Assembleia aprova projeto do governo que incorpora gratificação aos salários de professoreS

Serão destinados R$ 542 milhões ao pagamento de 127
mil profissionais inativos e 23 mil pensionistas e ao pagamento de
255 mil servidores ativos
Os profissionais ativos passarão a ter aumento na base de cálculo
para outros benefícios e vantagens na carreira
A Assembleia Legislativa aprovou nesta terça-feira (20/04) o projeto de Lei do Governo do Estado de São Paulo que prevê reajustes nas Escalas de Vencimentos por meio das quais são calculadas as remunerações dos integrantes do Quadro do Magistério Estadual, que inclui professores, diretores de escola, supervisores de ensino e dirigentes regionais de ensino. O projeto segue agora para sanção do governador Alberto Goldman.
A medida atende a uma antiga reivindicação de todo o professorado, expressa por entidades representativas do magistério.
O reajuste nas tabelas acabará por incorporar a GAM (Gratificação de Atividade de Magistério), que hoje é paga aos servidores apenas quando em efetivo exercício, não sendo somada aos proventos quando da aposentadoria. Assim, o benefício da incorporação da GAM à tabela de vencimentos, além de aumentar o salário-base que serve de referência para o cálculo dos vencimentos e das vantagens conquistadas pelo servidor ao longo da carreira, fará com que os que estão em atividade não sofram essa redução quando da sua aposentadoria.
“Para nós, a aprovação deste projeto é uma importante vitória. A incorporação da GAM ao vencimento dos aposentados é uma legítima reivindicação do professorado. É mais uma ação de valorização e respeito aos profissionais da educação que tanto colaboraram para a melhoria do ensino público”, afirma o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza.
O reajuste absorverá toda a GAM, que de acordo com a Lei Complementar nº 977, de 06 de outubro de 2005, corresponde a 15% da remuneração do profissional do magistério e de acordo com o calendário proposto será feito em 3 etapas anuais.
A medida beneficiará 255 mil servidores ativos, 127 mil inativos e 23 mil pensionistas, totalizando 405 mil profissionais do magistério.
O custo total com a proposta será de R$ 542 milhões, sendo R$ 80 milhões o custo para os ativos e R$ 462 milhões, para os inativos e pensionistas. Somente neste ano, o custo será de R$ 162 milhões.
Com essa incorporação da GAM, o Governo responde a um dos pontos centrais das reivindicações do magistério, extinguindo todas as gratificações específicas e reajustando as escalas de vencimentos. O professor, a partir de então, terá toda a remuneração calculada com referência no salário-base da categoria, continuando a fazer jus apenas à Gratificação Geral, pois esta é estendida também a outros funcionários públicos que não fazem parte do Quadro do Magistério.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Meninos são as maiores vítimas e agressores do bullying no Brasil

TATIANA SANTIAGO

colaboração para a Folha

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira sobre o perfil do estudante que convive com o bullying (hostilidade física ou verbal por parte de colegas) aponta que os meninos são as maiores vítimas e também os maiores agressores.

Ciberbullying supera nº de agressões em escolas

O levantamento, realizado no segundo semestre de 2009 pela ONG Plan Brasil, indica que 34,5% dos meninos já sofreram maus-tratos na escola, sendo 12,5% vítimas de bullying, contra 7,6% das meninas que se declararam vítimas. Já no papel de agressor, os meninos aparecem com 12,5% de autoria, e as meninas com 8%.
Segundo a professora Cléo Fanti, os fatores para essa razão são culturais e podem influenciar as atitudes dos pais em relação ao comportamento das crianças."Os meninos tem que ser durões, não levar desaforo para casa, não chorar, tem que ser popular. Culturalmente, isso tem uma influência muito grande, que às vezes afeta a própria educação familiar", justifica.
Dos alunos ouvidos, 70% dizem que já presenciaram cenas de agressões entre estudantes, enquanto 30% vivenciaram situações violentas. Desse montante, o bullying foi praticado ou sofrido por 17% dos alunos. A maior incidência ocorre entre adolescentes com faixa etária entre 11 e 15 anos e que frequentam a 6º série do Ensino Fundamental.
Foram colhidos dados de 5.168 estudantes das cinco regiões do país. Em cada região, foi verificado o comportamento de alunos de cinco escolas, sendo quatro públicas e uma particular. Ao todo, em todo o Brasil, a pesquisa foi realizada em 20 escolas públicas e cinco particulares localizadas nas capitais e interior dos Estados.
"O objetivo da pesquisa sobre bullying no Brasil é identificar essa forma de violência escolar, como e onde ela ocorre, quais são as variáveis que implicam na sua manifestação, depois juntar os dados para propor ações pilotos em determinadas escolas para que possamos aprender como viabilizar o debate de como combater a violência na comunidade acadêmica", disse Moacyr Bittencourt, diretor da Plan Brasil. De acordo com ele, com bases nos dados será possível determinar como as escolas devem agir e tentar formar políticas públicas para coibir esse tipo de prática.

Bullying

De acordo com Cléo Fanti, o bullying é caracterizado pela agressão física ou verbal que ocorre repetidamente contra a mesma vítima no mínimo três vezes num período de um ano letivo.
Além disso, não há uma causa definida para que aconteça e está relacionado ao desequilíbrio de poder, como por exemplo, o mais velho contra o mais novo, o mais forte contra o mais fraco físico ou psicologicamente.
Geralmente, as vítimas se diferenciam dos demais colegas de escola pela raça, cor da pele, obesidade, uso de roupas ou objetos, ou ainda, pelo status socioeconômico.
"Eu me sentia ridicularizada, mal, já cheguei a chorar. Algumas vezes tive vontade de trocar de escola", diz a estudante Bruna Fernanda, 14, vítima de bullying. Ela conta que quando era mais nova os colegas de escola a chamavam de gorda e que seu pai teve que ir ao colégio para intervir. A estudante comprova um dado da pesquisa que diz que as meninas, na maioria dos casos, ficam tristes, enquanto os meninos têm comportamento diferente e dizem que não ligaram para os comentários.
O levantamento mostra que as escolas não estão preparadas para lidar com o assunto e que o procedimento adotado são formas de intimidar o aluno com suspensão ou advertência e conversa com os pais --uma forma de transferir a culpa para a família.
A pesquisa mostra que tanto as vítimas como os agressores perdem o interesse em frequentar a escola e sofrem prejuízos em relação ao aprendizado.

Um terço dos estudantes de 5ª a 8ª séries foi agredido no ano passado, aponta pesquisa.

Clipping Educacional - Da Agência Brasil/Em São Paulo


Quase um terço dos estudantes brasileiros entre a 5ª e 8ª séries do primeiro grau já sofreram maus tratos. Segundo pesquisa divulgada hoje (14) pela ONG (Organização não-governamental) Plan Brasil, 28% dos 5.168 estudantes entrevistados para a pesquisa foram agredidos em 2009.
Quando esses maus tratos são recorrentes, acontecendo mais de três vezes no mesmo ano, configuram, de acordo com a metodologia da pesquisa, em bullying. O termo designa todo o tipo de atitudes agressivas, verbais ou físicas, praticadas repetidamente por um ou mais estudantes contra outro aluno. Estiveram envolvidos em bullying 17% dos estudantes: 10% como vítimas, 10% como agressores, sendo que 3% eram tanto os que sofreram como praticaram os maus tratos.
Os mais atingidos por esses fatos são os meninos. Segundo o estudo, 12,5% dos estudantes do sexo masculino foram vítimas desse tipo de agressão, número que cai para 7,6% entre as meninas. A sala de aula é apontado como local preferencial das agressões, onde acontecem cerca de 50% dos casos relatados.
As regiões onde a prática se mostrou mais frequente foram a Sudeste, com 12,1% dos estudantes assumindo ter praticado o bullying, e Centro-Oeste, onde 14% confessaram esse tipo de atitude. O Nordeste é a região do país onde o bullying é menos comum, apenas entre 7,1% dos estudantes.
A educadora Cléo Fante diz ser importante que os pais e professores estejam atentos e saibam diferenciar o bullying de uma brincadeira entre os jovens. “O bullying não é uma simples brincadeira de criança ou apelido que às vezes constrange. Tem casos que são gravíssimos, chegam a espancamentos. A criança não pode ir na escola, porque sabe que vai apanhar.”
Essas práticas violentas acabam por causar prejuízos na aprendizagem dos agredidos, os sintomas mais citados pelos jovens ouvidos foram a perda do entusiasmo, perda da concentração e o medo de ir à escola. Os agressores também têm problemas, segundo Cléo Fante. Muitos acabam ficando deslocados ao chegar ao ensino médio, quando o bullying é menos tolerado.
Ela exemplificou essa situação com base em um grupo de jovens agressores e agredidos que acompanha. “Muitos [dos jovens] já desistiram da escola. Um que foi morto pela polícia, era um agressor. Ele acabou desistindo da escola, se envolvendo com drogas, se envolvendo com gangues e com tráfico.”
A educadora disse que é difícil definir quais são os fatores que geram o bullying. De acordo com Fante, tanto a família como a escola propiciam, por diversos motivos, esse tipo de prática. Ela ressaltou a própria cultura divulgada pelos meios de comunicação como uma incentivadora da agressão. “Os programas humorísticos geralmente pegam como alvo grupos de minorias. É o anãozinho, o portador de nanismo, o negro, o homossexual. Então são esses grupos que eles fazem "zoação", que eles apelidam e constrangem”, exemplificou.
As escolas não tem, de acordo com Fante, estratégias para lidar com o bullying e outras forma de violência escolar. Ela destacou, entretanto, que não existe um método definido para lidar com essas situações. “Se existisse uma receita pronta, todas as escolas utilizariam. Cada criança age de um jeito”, ponderou
A melhor maneira de agir, na opinião da especialista, é analisar os casos individualmente e tentar descobrir o motivo da agressão, além de conscientizar os envolvidos no processo do ensino “Nós temos que atuar muito mais de uma forma sistêmica, trabalhar com as crianças, com a família, com a escola e com as instituições e atores sociais”.

Fonte: http://educacao.uol.com.br/

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Apoio ao Saber vai doar 11,3 milhões de livros aos alunos da rede estadual em 2010.

Secretaria investiu cerca de R$ 60 milhões para aquisição dos exemplares

Cada aluno levará para casa três livros, sendo um do gênero poesia, um de teatro e uma narrativa
700 mil professores também serão presenteados

Alunos da rede pública estadual ganharão novos livros do Projeto Apoio ao Saber este ano. A Secretaria de Estado da Educação investiu aproximadamente R$ 60 milhões na aquisição de 11,3 milhões de exemplares. Destinado aos alunos do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental e dos três anos do Ensino Médio, o projeto distribui um kit contendo três livros, sendo um do gênero poesia, um de teatro e uma narrativa. O objetivo é que tanto os alunos quanto seus familiares tenham acesso a obras literárias de qualidade, promovendo a valorização da leitura e o enriquecimento cultural das comunidades.

“São clássicos da literatura, da poesia e do teatro, que nossos alunos levam para casa para compartilhar com seus familiares. É um projeto importante para formação de leitores, que ultrapassa os limites das nossas escolas, tendo como agentes os próprios estudantes”, disse o secretário de Estado da Educação, Paulo Renato Souza.

A nova aquisição conta com 3 9 novos títulos, como O Pagador de Promessas (Dias Gomes), Canto Geral (Pablo Neruda), O Quinze (Raquel de Queiroz), A Hora da Estrela (Clarice Lispector) e Eles Não Usam Black Tie (Gianfrancesco Guarieri), além de coletâneas de poetas como Mário Quintana, Cecília Meirelles, Cora Coralina e Carlos Drummond de Andrade, entre outros. Dos 11,3 milhões de exemplares, cerca de 5,7 milhões serão destinados a alunos do Ensino Fundamental, 4,9 milhões ao Ensino Médio e 700 mil a professores. A previsão é que os livros comecem a ser distribuídos a partir de maio.

quarta-feira, 24 de março de 2010

Aulas de Língua Espanhola

Os alunos das primeiras séries do Ensino Médio (1º Colegial) terão até o dia 31 de março para manifestarem interesse nas aulas de Língua Espanhola que serão oferecidas à partir do segundo semestre de 2010, as possibilidades de realização das aulas são: pós, pré-aulas ou sábados.
Maiores informações com o Coordenador Pedagógico do Ensino Médio.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Bons resultados não se devem só à escola


SILVIA COLELLO
Clipping Educacional - ESPECIAL PARA A FOLHA
Avaliar escolas é uma tarefa complexa. Isso porque o impacto da escolaridade sobre o estudante vai além da esfera cognitiva. Tem implicações ao longo da vida: sua visão de mundo, modo de inserção social, raciocínio crítico, habilidade de organização e planejamento, criatividade, liderança, postura ética, senso de responsabilidade e compromisso social, entre outros aspectos.
Na amplitude do processo educativo, parece difícil apreender tantas metas desejáveis na formação humana. Por isso, a precariedade da cultura avaliativa no Brasil muitas vezes se reduz à publicação de um ranking de escolas, elaborado com base em uma única prova (como é o caso do Enem), cujos critérios nem sempre são evidentes para a população.
Assim, os valores educativos se submetem aos números e acirram a dimensão empresarial das escolas. As avaliações traduzidas pelo ranking acabam servindo como recursos mercadológicos que definem o fluxo na busca de escolas.
Nesse contexto, a pesquisa Eduqual com ex-alunos de 11 colégios em SP configura-se como iniciativa relevante porque, ao incorporar critérios nunca antes considerados, acaba por agregar dados, ampliar a visibilidade sobre o conjunto do esforço educativo e sofisticar os mecanismos de avaliação.
A despeito dos méritos, há duas ressalvas. Os bons resultados dos alunos não se devem só à ação escolar mas também ao perfil da clientela. Os estudantes de escolas particulares são aqueles que têm maior acesso à cultura letrada, mais experiências extraescolares, melhores condições de frequentar as universidades e chances de chegar ao mercado. É preciso admitir: as boas escolas são boas também porque lidam com um público com mais probabilidade de se inserir produtivamente.
A respeito do uso institucional da avaliação, é preciso ter cautela com a eventual manipulação: com mais dados à disposição, o arranjo na mostra e omissão de resultados pode se constituir como um instrumento a serviço do mercado escolar, perpetuando os vícios das práticas avaliativas.
Outra vez, o senso crítico e o compromisso com a educação nos levam a questionar: avaliar a educação, como e para quê?
SILVIA COLELLO é professora da Faculdade de Educação da USP
fonte:http://www1.folha.uol.com.br/

Governo de SP paga R$ 655 milhões em bônus por resultado

lipping Educacional - Da Secretaria da Educação
210 mil funcionários recebem o prêmio no próximo dia 25
Os professores e demais profissionais da educação cujas escolas tiveram bom desempenho no Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo (Idesp) vão receber, no pagamento do dia 25 de março, o Bônus por Resultado. No total, o Governo do Estado vai pagar R$ 655 milhões na premiação, um crescimento de 10,9% em relação aos R$ 590,6 milhões utilizado no Bônus pago em 2009.
"Estou convencido de que estamos fazendo uma revolução silenciosa, mas eficaz no sistema de ensino estadual. É daquelas mudanças das quais nós vamos nos orgulhar no futuro, que vai marcar época", afirmou o governador José Serra.
No total, 209.833 professores, supervisores, diretores e demais profissionais da educação de São Paulo receberão o Bônus. É um crescimento de 7,1% em relação aos 196 mil premiados de 2009. Nada menos do que 117.464 educadores vão ganhar mais do que R$ 2.500, e 92.469 vão ganhar até R$ 2.500. Outros 36.939 profissionais vão ganhar mais de R$ 5.000, sendo que 4.147 educadores vão ganhar mais de R$ 8.000.
"A melhora da escola publica traz melhorias no conjunto da sociedade como provavelmente nenhuma outra mudança traz", completmentou o governador.
"O valor expressivo do Bônus mostra a valorização e o respeito que o Governo do Estado tem pelos professores e profissionais da educação. É assim que a educação de São Paulo está melhorando", diz o secretário Paulo Renato Souza. "São prêmios expressivos até mesmo para grandes empresas que valorizam os seus resultados, e no nosso caso o resultado é o mais nobre de todos: a melhoria do aprendizado nos nossos alunos", completa.

Educação de São Paulo melhora 
A bonificação é calculada de acordo com a evolução do Idesp de cada uma das cinco mil escolas estaduais. Cada escola recebeu uma meta específica definida a partir da sua própria realidade. O Idesp leva em conta os resultados das provas do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e também dados da progressão escolar (como aprovação ou repetência).
Os dados do Idesp mostram que, em 2009, a educação do Estado melhorou 9,4% em relação a 2008, o que permitiu a 73% das escolas melhorar o seu desempenho e garantir às equipes escolares o recebimento do Bônus.
O Bônus é proporcional ao resultado da escola. Se as metas foram 100% alcançadas, as equipes escolares ganham 2,4 salários mensais a mais. Se a escola atingiu 50% de sua meta, por exemplo, os funcionários recebem 50% do bônus (ou seja, 1,2 salário mensal a mais). Os funcionários das escolas que superaram as metas recebem também pelo resultado superior. As equipes escolares que ultrapassaram em 20% suas metas vão ganhar nada menos do que 2,9 salários extras. Isso equivale ao décimo quarto, décimo quinto e décimo sexto salários anuais.
O pagamento do bônus relativo a 11 escolas nas quais houve denúncias de fraudes na aplicação do Saresp está suspenso até a apuração completa dos fatos. Esses casos envolvem 314 profissionais, o que equivale a 0,1% dos beneficiados pelo bônus na rede estadual.

Faltas reduzem o bônus
Para receber o bônus os professores devem ter atuado, no mínimo, em dois terços do ano. Ou seja, devem ter participado da rede pelo menos durante 244 dias. Caso tenha havido faltas, haverá desconto proporcional no valor do bônus.
Além dos professores, que receberão o bônus de acordo com o resultado do nível de ensino que atuam (1ª à 5ª séries, 6ª à 9ª e Ensino Médio), também recebem o prêmio diretores, supervisores, professores-coordenadores, agentes de organização escolar, agentes de serviço escolar, assistentes de administração escolar, secretários de escola e supervisores de ensino. As equipes das escolas receberão de acordo com a média das unidades. Dirigentes de ensino e supervisores receberão pela média das escolas na sua região.

Incentivo às melhores escolas
Além de pagar o Bônus para as equipes escolares que melhoraram os resultados das suas unidades, o Governo do Estado também vai pagar um prêmio a todas as escolas que conseguiram resultados acima da média do Estado. É uma forma de reconhecer o mérito de escolas que, mesmo obtendo bons resultados, não avançaram em relação às suas próprias metas. Nesse caso, o bônus será calculado em função do objetivo de longo prazo da rede estadual. O bônus será maior, no entanto, para as escolas que melhoraram os seus desempenhos.
Nas escolas com piores desempenhos novamente será aplicado projeto de aceleração da aprendizagem. Com ótimo resultado em 2009, o programa irá abranger melhorias físicas e pedagógicas. A recuperação de aprendizagem terá o dobro do tempo das demais, chegando a 10% da carga horária. Materiais específicos serão enviados às unidades. Os educadores terão acompanhamento permanente de equipe técnica da Secretaria.

Valorização do professor
Os resultados obtidos pelo Saresp 2009 se devem a uma série de políticas inovadoras lançadas pelo governo de São Paulo nos últimos três anos. Todos os programas educacionais do governo foram voltados para melhorar a dinâmica da sala de aula e no apoio e estímulo ao professor em seu dia a dia.
A política educacional de São Paulo se estrutura em quatro eixos. O primeiro se refere aos padrões curriculares adotados para a rede de cinco mil escolas. Dois programas se destacam: o Ler e Escrever, que estabeleceu a figura do professor auxiliar nas salas de aula nas classes iniciais e todo um sistema para reforçar a alfabetização das crianças, com 1,8 milhão de livros distribuídos, entre outros materiais; e o São Paulo Faz Escola, com a definição de um novo currículo e a distribuição 192 milhões de cadernos e materiais para alunos e professores com os conteúdos das diversas matérias, além de programas de capacitação.
O segundo eixo é a implantação de avaliações e metas de qualidade, com a criação do Idesp e a definição de metas para cada escola.
O terceiro eixo da política educacional de São Paulo trata do programa de incentivos aos professores. Foi criado o Bônus por Resultados, que paga até 2,9 salários às equipes escolares que superam as metas definidas para as suas escolas.
O quarto eixo reformou a carreira dos professores, estabelecendo nova forma de ingresso (com curso obrigatório oferecido pela recém-criada Escola Paulista de Formação de Professores) e o Programa de Valorização pelo Mérito. Foram criadas provas de promoção que permitem anualmente, a um quinto dos professores, promoção salarial de 25% de acordo com a permanência na escola e o resultado das avaliações.
Outras ações pioneiras foram adotadas, como a mudança na legislação para reduzir as faltas de professores e a criação da Prova dos Temporários, que permitiu pela primeira vez selecionar para as salas de aula os melhores professores disponíveis. Também foi aberto concurso para a contratação de 10.000 professores.
fonte: http://www.saopaulo.sp.gov.br

segunda-feira, 15 de março de 2010

Mais de 137 mil farão exame supletivo da secretaria

Avaliação direcionada a jovens e adultos que buscam o certificado


de conclusão do Ensino Médio acontece em todo o Estado



A Secretaria de Estado da Educação definiu a data para o Exame Supletivo 2009. A prova será realizada dia 25 de abril e contará com a participação de mais de 137 mil inscritos em todo o Estado. O exame é uma oportunidade para jovens e adultos, que tiveram os estudos interrompidos, obterem a certificação de conclusão referente ao Ensino Médio. A participação é gratuita e voluntária, sendo que os candidatos devem ter no mínimo 18 anos completos até o dia da prova.

“É louvável ver esse grande número de jovens e adultos empenhados em dar prosseguimento aos seus estudos”, disse o Secretário de Estado da Educação Paulo Renato Souza.


A avaliação será realizada pela Fundação Vunesp em 163 municípios paulistas. O candidato pode obter informações sobre o local da prova no portal da Secretaria ( http://concursos.edunet.sp.gov.br/examesupletivo2009/index.asp ) utilizando o número do protocolo de inscrição.

O exame será composto de quatro provas objetivas, com 30 questões de múltipla escolha cada, e uma proposta de tema para redação. Cada prova contemplará uma área de conhecimento: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna/ Inglês, Artes, Educação Física); Matemática e suas Tecnologias; Ciências Humanas e suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia); Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Química, Física e Biologia). Será considerado aprovado o candidato que obtiver 50% do total de pontos em cada prova (inclusive na redação).

Horário das Provas

• Das 8h às 10h30 - Prova I: Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Redação (Língua Portuguesa, Língua Estrangeira Moderna (Inglês), Artes, Educação Física);

• Das 11h às 13h30 - Prova II: Matemática e suas Tecnologias;


• Das 14h30 às 16h30 - Prova III: Ciências Humanas e suas Tecnologias (História, Geografia, Filosofia e Sociologia).

• Das 17h às 19h - Prova IV: Ciências da Natureza e suas Tecnologias (Química, Física e Biologia)

sexta-feira, 5 de março de 2010

REUNIÃO DE PAIS 09 DE MARÇO

A Equipe Gestora da EE "Ademar Vieira Pisco" informa aos senhores pais ou responsáveis que no dia nove de março de 2010 haverá a primeira Reunião de Pais e Mestres nos seguintes horários:


Ensino Fundamental Ciclo II e Ensino Médio Diurno: 9h30min.
Ensino Médio Noturno: 20 horas

Salientamos que a presença dos senhores pais é de extrema importância, visto que serão tratado assuntos do interesse de todos os pais e alunos.

Atenciosamente,

Equipe Gestora EE "Ademar Viera Pisco"

ATIVIDADES PROGRAMA ESCOLA DA FAMÍLIA

O Programa Escola da Família está com novas atividades aos finais de semana:

- aos sábados novas turmas de Dança com a professora Tatiane;
- aos domingos novas turmas de Tai Chi Chuan: início às 9h.

Informamos que as aulas são abertas a toda comunidade e ainda contamos com mais oficinas de Artesanato aos sábados e domingos.

quinta-feira, 4 de março de 2010

Coleta de óleo de cozinha usado!!!!!!!

Troque seu óleo de cozinha já usado por óleo novo, e projeta a natureza!
- Como participar: Vá até o ponto de troca (EMEI Dona Zina Saviolo Cury) e troque o seu óleo usado por pontos ( 2L de óleo = 1 ponto), junte 5 pontos e troque por 1L de óleo novo.
As trocas serão realizadas toda sexta-feira das 08:30 às 16:00hs.
Assim você estará contribuindo com a saúde da mãe natureza, já que o óleo doméstico é um dos principais poluidor das águas de rios, lençóis freáticos e oceanos!

- Damos preferência por óleo vegetal ou gordura hidrogenada. Não precisa ser coado.

PARTICIPE!!!
                                  Movimente os amigos, vizinhos e donos de restaurantes ou outros estabelecimentos que utilizem o óelo.

                                 Informações: (19) 34877402

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Secretário atribui mau desempenho de alunos em matemática ao despreparo de professores

FERNANDA PEREIRA NEVES

Clipping Educacional - da Folha Online

O secretário estadual de Educação de São Paulo, Paulo Renato Souza, afirmou nesta sexta-feira que o mau desempenho registrado nas provas de matemática aplicadas para alunos da terceira série do ensino médio é consequência, entre outros fatores, do despreparo dos professores para ensinar a disciplina.

A afirmação foi feita nesta sexta-feira durante a divulgação do resultado da prova do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo), realizado por cerca de cinco mil escolas estaduais, em novembro de 2009. Segundo os dados, 58,3% dos estudantes que concluem o ensino médio têm conhecimento insuficiente de matemática.

"Os professores mal preparados também são vítimas do processo de formação. Eles têm muita teoria e pouco aprendizado de como isso deve ser aplicado na sala de aula", afirmou o secretário. Ele acrescentou ainda que "as notas de matemática são baixas tradicionalmente."

Com base nisso, Paulo Renato afirmou que esses professores poderão fazer curso de aprimoramento da disciplina. O curso --que ainda não tem data para começar-- não será obrigatório e deve ser dividido em aulas presenciais e por meio de vídeo conferência que poderá ser acessada por computador.

Além disso, as aulas presenciais deverão acontecer em horário contrário ao de trabalho, mas na mesma escola. O curso ainda terá uma avaliação ao término, antes da entrega dos certificados.

A secretaria afirmou que os alunos que não alcançaram desempenho considerado suficiente também deverão passar por aulas de reforço. Além dos 58,3% dos alunos do ensino médio que não alcançaram o nível suficiente, o Saresp apontou 20,9% dos estudantes da 4º série do ensino fundamental no mesmo nível, assim como 22,5% dos estudantes da 8º série do ensino fundamental.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Maioria dos alunos que concluem ensino médio em SP têm avaliação ruim em matemática

FERNANDA PEREIRA NEVES

Clipping Educacional - da Folha Online

Os alunos da 3º série do ensino médio apresentaram redução de rendimento na disciplina de matemática no ano de 2009 em comparação a 2008, segundo dados do Saresp (Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo). Ao todo, 58,3% dos estudantes que concluem o ensino médio têm conhecimento insuficiente.

Média de português do Saresp sobe; só 10% atingem nível avançado

Secretário atribui mau desempenho de aluno a despreparo de professor

De acordo com os dados apresentados nesta sexta-feira pela Secretaria Estadual de Educação, os alunos que concluíram o ensino médio recuaram 4,4 pontos na escada de avaliação de rendimento do Saresp, com 269,4 contra 273,8 apresentados no ano anterior em uma escala que varia de zero a 500.

Além disso, a porcentagem de alunos que se enquadram no nível insuficiente (abaixo do básico) subiu quatro pontos percentuais, de 54,3% para 58,3%. Dessa forma, conclui-se que mais da metade dos alunos que concluíram o ensino médio no Estado de São Paulo não sabiam o conteúdo básico da disciplina de matemática.

Já os alunos que apresentaram conhecimento suficiente (básico ou adequado) caiu mais de 4%, variando de 45,3% em 2008 para 41,2 no ano passado. Os alunos que se enquadram no nível de conhecimento avançado teve alteração de apenas 0,1% para cima, indo de 0,4% para 0,5%.

Para o secretário estadual de Educação, Paulo Renato Souza, a queda no rendimento dos alunos do ensino médio em matemática acontece devido a inúmeros fatores, como a rebeldia dos alunos, complexidade do conteúdo lecionado nesta série e a falta de preparo dos professores.

O secretário ainda ressaltou que os professores que lecionam matemática no ensino médio foram os que apresentaram maior defasagem de conteúdo em avaliações, e acrescentou que a avaliação poderá auxiliar a secretaria apontando os principais pontos de defasagem no aprendizado da matemática pelos alunos.

Apesar do recuo registrado no desempenho dos alunos da 3º série do ensino médio, os estudantes da 4º e da 8º série do ensino fundamental tiveram melhora nos índices de rendimento. No caso dos alunos da 4º série, a elevação do índice foi de 10,8 pontos na escala, saltando de 190,5 para 201,3. Já os da 8º série, foram dos 245,7, em 2008, para 251,5 no ano passado.

Português

Já a avaliação do desempenho dos estudantes em língua portuguesa teve melhoria em todas as séries, com destaque para os alunos da 4º série que tiveram elevação de 10,4 na escala de avaliação da secretaria, subindo de 180 para 190,4. Além disso, a porcentagem de alunos nos níveis suficiente (de 66,8% para 68,8%) e avançado (6,5% para 10,3) apresentaram elevação, enquanto os insuficientes registraram queda.

Os alunos da 4º e 8º série do ensino fundamental, além dos que cursavam a 3º série do ensino médio no ano passado, fizeram também as provas de história e geografia na prova do Saresp realizada em novembro de 2009. Apesar disso, a secretaria afirmou ainda não possuir os resultados consolidados das duas disciplinas.

fonte: http://www1.folha.uol.com.br

Bônus para trabalhadores da rede estadual de SP deve sair em 25 de março

Ana Okada

Clipping Educacional - Em São Paulo

O bônus para trabalhadores da Educação do Estado de São Paulo deve ser depositado até o dia 25 de março. Segundo o secretário da pasta, Paulo Renato Souza, o orçamento deste ano para o benefício é de R$ 800 milhões. A bonificação, que pode chegar a quase três salários, é baseada no Idesp (Índice de Desenvolvimento da Educação do Estado de São Paulo) de 2009, divulgado nesta sexta-feira (26).

•Saresp 2009: Alunos do ensino médio vão mal em matemática e professores ficam de "recuperação"

Idesp 2009 Meta 2009 Média atingida

Global 2,58 2,79

Ensino fundamental (ciclo I) 3,35 3,85

Ensino fundamental (ciclo II) 2,63 2,83

Ensino médio 2,00 1,97

Em 2009, o Idesp global foi de 2,79, numa escala de 0 a 10. O valor supera a meta estipulada pelo governo, que foi de 2,58. Dentre os níveis de ensino da rede, o médio foi o único que não atingiu a meta: a nota foi 1,97 e a média a ser alcançada era 2.

Das 5 mil escolas do Estado, 73% cumpriram metas e receberão bonificação. Entre as que estavam com índices baixos no ano passado, o cumprimento foi de 93%. Paulo Renato prevê que mais profissionais irão ganhar o bônus este ano, uma vez que o Idesp aumentou. As escolas devem receber os dados do índice na próxima semana.

O índice envolve as notas do Saresp (Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo) e o fluxo escolar (tempo que o aluno leva para cumprir um ciclo) e é um indicador criado pelo governo estadual para avaliar as condições da qualidade do ensino na rede, ajustado anualmente.

Bônus é baseado em metas internacionais

A medida foi publicada em outubro de 2008. A cada ano, a secretaria anuncia a nota e a meta de cada escola. O projeto quer atingir, até 2030, as metas da OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico), entidade que reúne 30 países membros e que visa melhorar o acesso à educação.

O fator de cálculo do Idesp vai de 0 a 10. Cada escola recebe uma nota, baseada em avaliação dos alunos no Saresp e no fluxo escolar (tempo que o estudante leva para cumprir um ciclo). A meta ideal para alunos da 1ª a 4ª série do ensino fundamental é atingir 7; para estudantes de 5ª a 8ª séries, a meta é 6; e para os do ensino médio, a meta é 5.

fonte: http://educacao.uol.com.br/